Visitantes

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Capítulo 6 - Leb Die Sekunde


Bill: Eu quero você.

Bill sussurrou no meu ouvido, de uma forma que me fez parar para respirar fundo, sinceramente eu não estava acreditando que ele estava me seduzindo daquela forma, a intensidade que ele me olhava me fazia pensar se aquilo estava acontecendo, se o homem pelo qual sou apaixonada estava me desejando tanto, como eu o desejo.


E agora estava disposta, mais do que isso, ansiosa para me entregar, estava tão difícil resistir as suas carícias. Eu queria me deixar levar pelo desejo, abraçá-lo, tocá-lo, afundar meu corpo no dele; sentir o calor que emanava dele, fazê-lo sentir o prazer que ele queria sentir, que eu queria sentir. 


Ele segurou em minhas mãos com aquele sorriso fofo que fazia qualquer garota cair aos seus pés e não foi diferente comigo, me deixei levar por ele e quando percebi já não estávamos mais na piscina e sim em seu quarto. Ele se aproximou e suspirei profundamente, inalando o cheiro suave que vinha dos seus cabelos, misturado com o cheiro intenso dele todo. Puxei seu corpo para mais perto de mim, pousando minhas mãos em suas costas, colando minha pele contra a dele com cuidado, me deliciando com o calor que irradiava dele e do ambiente.

Podia ouvir sua respiração se acelerar um pouco, como sempre se acelerava nos momentos em que ficávamos perto um do outro. Arrepios surgiam nos pontos em que ele me tocava, e se alastravam pelo meu corpo, me causando tremores. Enquanto me beijava lentamente, saboreando cada toque, com paciência, as pontas de seus dedos exploravam minhas costas da base da nuca até a curva dos quadris. A língua percorria meus lábios sem pressa, entreabrindo-os e tocando minha própria língua, fazendo movimentos de reconhecimento, de invasão, o que espalhou um calor já familiar no centro de meu corpo, no estômago, e entre as pernas. Ele arriscou uma leve mordida em minha língua. Me senti desfalecer por alguns segundos, respirei mais profundamente, buscando o ar que me faltava. Ele pareceu perceber, e parou por um momento, pousando as palmas de suas mãos em meus quadris, possessivamente. Ouvi sua risada rouca e baixa quando gemi involuntariamente ao sentir que ele parava.


Ele deslizou uma mão pela lateral do meu quadril até a minha perna, até a parte interna da coxa. Fiquei novamente ofegante. Não sabia se conseguiria aguentar tanta tensão, com certeza teria um ataque cardíaco, quando encostou sua boca em meu pescoço. A verdade é que estava chegando a hora de parar de querer dar uma de tímida. Eu sonhei durante muito tempo em estar a sós com aquele homem, e agora que estava com ele, não aproveitar aquilo seria como um pecado.

Bill: Eu sempre quis isso.

Sussurrou em meu ouvido e me beijou com vontade. Dei passagem para sua língua e logo ela parecia fazer parte dali. Enquanto o beijo esquentava mais, ele procurava desesperadamente pelo fecho do meu biquíni, já que aquela peça não era de laço, o ajudei, ainda o beijando. 


Não tive vergonha por ele estar vendo meus seios, na verdade aquela peça não era mais necessária ali. Suas mãos rapidamente começaram a massageá-los, eu mordia o lábio e sentia meu corpo cada vez mais quente, estava a ponto de explodir. Bill segurou na barra de minha calcinha e começou a me provocar, fazendo com que ela descesse e subisse em seguida. Com muita luta, consegui tirar sua camisa, revelando um abdómen definido e completamente delicioso. Largou-me por um momento e tirou sua bermuda, abaixando-a e levando sua boxer preta junto. Gemi ao observar seu membro completamente ereto. Ele me agarrou de novo, puxando minha calcinha para baixo de uma vez.

Bill:  É melhor assim, não acha? 

Senti sua boca firmemente sugando meus mamilos, e aquela onda de excitação foi crescendo e crescendo, sim, eu estava completamente louca com as carícias que ele fazia em mim. Sua boca agora deslizava por meu pescoço me fazendo estremecer de desejo, de amor enquanto minhas mãos passeavam por seu corpo, pálido e quente. 


De repente suas mãos foram para minha bunda, apertando-as e me empurrando contra seu corpo, Oh Shit aquilo estava sendo um tortura, a forma como ele me dominava, suas unhas arranhavam de leve cada centímetro de pele, me fazendo arrepiar por inteira e ele percebia, tanto que soltava risinhos perto do meu ouvido.


Seu beijo era urgente e forte. Podia sentir claramente a bola de metal em sua língua explorando cada canto da minha boca. Suas mãos me empurravam contra seu corpo. Quando parou de me beijar, ficou me encarando. Eu podia ver luxuria em seus olhos, podia ver o desejo e imagino que eu também estava assim naquele momento. Ele sorriu, um daqueles sorrisos desconcertantes, que se ele não estivesse me segurando, teria caído no chão, devido a moleza nas pernas.


Suas mãos passeavam pelo meu corpo, deixando um rastro de desejo por onde passava. As senti apertando minha perna, e ir escorregando para a parte interna da minha coxa. Sem duvidas ele estava me deixando louca. Naquele momento eu realmente desejava ser possuída por ele.

Enquanto nos beijávamos, ele foi me empurrando para trás, até que eu caí completamente nua em cima da cama. Sua mão foi para a minha intimidade e me penetrou com um dedo, me fazendo delirar. Ele viu que eu gostei e começou a investir mais fundo com o seu dedo, enquanto estimulava meu clitóris com a outra mão. Longos minutos depois seus dedos foram substituídos pela língua em meu clitóris, ele chupava, mordia e lambia aquela região, me proporcionando prazer absoluto, ele sabia exatamente com usá-la. Quando terminou seu trabalho em minha intimidade, foi subindo seus beijos até capturar a minha boca, foi a deixa para que eu inverte-se as posições, o deixando por baixo do meu corpo.


Pus-me a sentar em cima dele, sentindo seu membro totalmente ereto contra mim. Ele mantinha suas duas mãos nas minhas coxas. E eu fui escorregando lentamente de encontro a seu pescoço, comecei a fazer o percurso com a língua, variando em dar-lhe mordidas e chupadas. A trilha foi descendo até a sua bendita estrela, contornei-a o fazendo gemer. Bill soltava agora gemidos mais altos e arfantes, instruindo-me a continuar. Desci novamente minha língua por seu tórax e logo toquei sua glande com a boca. Ele arfava, gemia e se contorcia em cima da cama. Jogou sua cabeça para trás e fechou os olhos. Sua mão procurou por minha cabeça, e seus dedos se afundaram em meus cabelos, arriscando um prazer mais rápido e mais intenso.

Segurei seu membro em minha mão, e comecei a introduzir-lo para dentro de minha boca, onde eu dava chupadas longas, mordidas e lambidas em volta da cabeça de seu membro. O suguei e lambi varias vezes, fazendo ele soltar gemidos de puro prazer. Minhas mãos começaram a subir por sua coxa, as apertei com um pouco de força fazendo um grito sair de seus lábios. Antes que ele pudesse ejacular, cessei os movimentos, ele tateou o criado-mudo até pegar a camisinha, rasgou o pacote com os dentes e me entregou.

Bill: Coloca pra mim? 

Juro que não tinha visto sorriso mais safado que o dele, nem o próprio Tom superava. Coloquei com cuidado a camisinha em seu membro, me posicionei, mordi os lábios e o fiz me penetrar, meu coração acelerou de uma forma inexplicável, coloquei minhas mãos em seu peito, cravando levemente as unhas e rebolei com vontade, arrancando quase um grito de prazer de minha garganta.


Comecei a cavalgar rápido, tão rápido que ele disse que as nossas parte íntimas estavam queimando. Ele se inclinou para que não me atrapalhasse e beijou meus seios, chupando-os, mordiscando-os e lambendo-os, a mesma coisa foi feita no meu pescoço, o que me fazia ficar mais excitada e aumentar a velocidade. Chegou uma hora que ele me pegou pela cintura e me deitou com tudo na cama e começou a me penetrar mais forte, ele fazia de tudo para ouvir meus gemidos. Nossos corpos já estavam bem suados, as energias estavam se esgotando, Bill apertou minha cintura e me estocou com força, fazendo com que chegássemos ao ponto máximo juntos. Seu corpo caiu sobre o meu peito que subia e descia freneticamente. Nossas respirações ofegantes eram tudo que se escutava. Bill fez carinho em meus cabelos e segurou em meu queixo, fazendo com que meu rosto ficasse de frente para o dele. Deu-me um selinho e em seguida mordeu meu lábio inferior.

Bill: Isso foi...

_ Perfeito! - Completei.

Ele sorriu, mas dessa vez era de satisfação, um sorriso meigo, parecia que ele tinha voltado ao seus quinze anos, aquele sorriso que sempre desejei poder vê-lo. Ele saiu de dentro de mim e afundou seu rosto na curvatura do meu pescoço, fiquei afagando seus cabelos até que pegamos no sono.


X.X


Quando acordei já estava anoitecendo, não estava conseguindo me mexer pois Bill estava segurando a minha cintura, chacoalhei seu corpo e ele resmungava alguma coisa incompreensível, quando ele se virou de barriga pra cima, pude me levantar e ir até o banheiro, quando sai ele já estava sentado na cama, me olhou e sorriu, eu retribui. Ele se levantou e veio até mim me segurando pela cintura, meu braços foram para sua nuca e acariciei seus cabelos.

Bill: Vamos tomar banho.

Assenti e entramos no chuveiro, não aconteceu nada demais ali, apenas alguns beijos e caricias. Depois do banho fomos para a sala de jantar e encontramos a Hill e o Tom sentados sussurrando alguma coisa, tenho uma leve sensação que era sobre agente. Me sentei a mesa com o Bill ao meu lado, ficamos de frente para eles, que sustentavam um sorriso malicioso. Ficamos em silêncio e percebi que não havia mais ninguém na casa além de nós quatro. Fiquei encarando a Hill e Bill fazia o mesmo com o Tom, o clima estava estranho, decidi perguntar.

_ Aconteceu alguma coisa?

Hill: Hum...- Ela pareceu pensar - Tirando o fato dos gemidos de vocês que podiam ser ouvidos do outro lado da rua...

Tom: Termos inventado uma desculpa para que Gordon levasse a mamãe para passear...

Hill: E o Tom ter ficado tão excitado que me levou para cama e acabou comigo...

Tom: É, não aconteceu nada.

Bill e eu nos olhamos e começamos a rir, e quando ouvimos que a barriga de alguém roncava, e não era a minha e sim a do Tom, rimos mais ainda do barulho e decidimos pedir pizza. Assim que o entregador chegou, abrimos as duas caixas e latas de Coca Cola e fomos comer na sala de TV assistindo um filme de vampiros, pra que? Os meninos decidiram dar uma de vampiros e deixaram nossos pescoços cheio de marcas, e ainda deu a louca na Hill e me chamou junto para fazer um strip-tease para os meninos que ficaram loucos e cada casal foi para o seu quarto. Mas durante a madrugada eu e a Hill fomos para o quarto dela, já que não ia prestar a Simone ver agente dormindo com os meninos, pra mim não ia ficar tão ruim, mas pra Hill ficaria péssimo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário